Chapter 3: Vienna Waits For You
Spanish Theory Management
Há muito tempo atrás, historiadores formaram uma abstração sobre diferentes teorias de valor. Uma delas é a “teoria espanhola” que diz que existe um acumulo de valor finito na Terra, portanto, a base do acumulo de riquezas foi aprender a extrair o mais eficientemente possível através do solo ou das costas das pessoas. Em seguida veio a “teoria inglesa” que dizia que valor poderia ser criado através de engenhos e tecnologia.
Então a Inglaterra sofreu a revolução industrial enquanto a Espanha corria atrás da descoberta e exploração de novas terras. Eles movimentaram quantidades enormes de ouro pelo oceano, e tudo que conseguiram com esse esforço foi uma enorme inflação (muito ouro por poucas mercadorias utilizáveis).
A “teoria espanhola” do valor ainda vive, principalmente entre gerentes, de todo lugar.
Aonde quer que estejam, estão sempre falando de “produtividade”. Produtividade pode ser entendida como conceber mais em uma hora de trabalho, ou, como é mais frequentemente entendida, extrair mais por uma hora de pagamento, sendo que, existe um abismo entre as duas compreensões. Gerentes seguidores da “teoria espanhola” sonham em obter maiores níveis de produtividade através de horas-extras não remuneradas. Eles dividem todo o trabalho que é feito em uma semana por 40 horas semanais e não pelas oitenta, noventa horas que os trabalhadores se aplicam ao trabalho.
Isto não é exatamente produtividade, soa mais como “fraude”, porém é o estado da arte para muitos gerentes. Eles intimidam e persuadem suas pessoas a trabalharem por longas jornadas. Tentam impressionar as pessoas sobre o quão importante é uma data de entrega (mesmo que seja uma data totalmente arbitrária).



