Em muitas organizações, o custo com teste de software é de 30 a 50% do custo de desenvolvimento do software. Ainda assim, a maioria das pessoas acredita que o software não é bem testado. Esta contradição é causada por dois fatores: primeiro, teste de software é uma tarefa difícil; segundo, testes são feitos sem nenhuma metodologia clara. Neste artigo, discutiremos como usar casos de uso para gerar casos de teste, e como estes podem ser utilizados para iniciar os procedimentos de teste mais cedo no ciclo de vida de desenvolvimento.
Casos de uso, de uma forma geral, dizem ao cliente o que esperar, ao desenvolvedor o que deve ser codificado, ao escritor técnico o que documentar e ao testador o que testar.
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Uma análise de requisitos baseada em casos de uso é uma técnica bem empregada para captura e apresentação dos requisitos de software. O sucesso desta técnica pode ser justificado pela habilidade nos dar uma visão coesa dos requisitos do sistema para todos os stakeholders.
Este artigo visa explorar as necessidades de cada um destes stakeholders e destacar as características de casos de uso bem escritos, ou seja, apresentando os seus recursos, mensagens de fluxos de erro excepcionais, dependências, pré e pós condições de processamento etc.
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Maturidade significa ser capaz de visualizar o todo e fazer boas escolhas. Num contexto de negócios, isso significa basear decisões em um claro entendimento dos benefícios de se fazer uma coisa ao invés de outra.
Este artigo visa apresentar as melhores práticas que as organizações adotam para tornar a sua gerência de requisitos madura.
Aqueles familiarizados com o CMM notarão algumas similaridades com o nosso modelo paralelo, que não tem um relacionamento direto com o CMM exceto pelo fato que a obtenção do nível 5 do RMM irá, indubitavelmente, ajudar uma organização a conquistar, pelo menos, o nível 3 do CMM. Obviamente, é bom ter em mente que chegar no melhor nível de maturidade em uma área, como o gerenciamento de requisitos, é muito mais fácil do que obter uma maturidade global no processo de uma organização.
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Entre todos os monstros que residem em nossos pesadelos, nenhum é mais aterrorizante do que o lobisomem, pois se transforma de uma forma familiar em algo horroroso. E para matá-lo, segundo o folclore, precisamos utilizar uma bala de prata.
Em projetos de software, as coisas acontecem de uma forma bem parecida. Os projetos começam bem, cumprindo o orçamento, prazo e satisfazendo o cliente, até que em determinado momento a situação sai de controle e as pessoas ficam desesperadas a procura de uma “bala de prata” para resolver todos os problemas do projeto, ou seja, matar o lobisomem.
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O relatório do Caos
Este é um resumo do artigo “The Chaos Report” do Standish Group.
Neste artigo é realizada uma analogia entre a construção de pontes e o desenvolvimento de softwares. Algumas das diferenças citadas são: a capacidade de entrega no prazo e orçamento acordados e a qualidade final do produto. Sendo que, em todos os aspectos apresentados, a construção de uma ponte obtinha melhores reultados.
Como principais razões para os bons resultados da construção de pontes, são apontadas o extremo detalhamento e imutabilidade do design e a investigação das causas de insucesso de projetos anteriores. Continue lendo 'O relatório do Caos'»