Fev 10
Chapter 4: Quality – If time permits
O caráter humano é dominado por um pequeno número de instintos básicos: sobrevivência, auto-estima, reprodução, território, entre outros. Estes são fixados diretamente nos “firmwares” de nossos cérebros. Nós podemos considerar estes instintos friamente, sem nenhuma paixão (como estamos fazendo agora), mas quando você os sente, sempre há paixão envolvida. Apenas um pequeno desafio a um desses valores pode ser perturbador.
Qualquer emoção forte em nós despertada é um sinal de que um dos instintos do cérebro foi ameaçado. Um gerente novato pode acreditar que trabalho pode ser realizado sem que as emoções das pessoas sejam envolvidas, mas se você possui alguma experiência como gerente você aprendeu o oposto. Nosso trabalho nos dá plena oportunidade de exercitar as emoções.
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written by paulovittor23
Fev 06
Process.waitFor(), corrigindo o deadlock no Windows
Há um tempo atrás eu estava desenvolvendo uma mini biblioteca para trabalhar a execução de comandos no SO de uma forma mais amigável, uma espécie de DSL. Criada a biblioteca realizei alguns testes em ambiente Linux. Tudo funcionamento dentro do planejado, hora de utilizá-la…
Bom, na primeira real utilização da biblioteca, em ambiente Win32 executei um “ipconfig /all”, e para minha surpresa, após todos os testes que havia realizado o comando simplesmente não respondeu.
Voltei ao Linux, mudei o comando para “ifconfig” e o comando executou sem problemas…
Comecei a debugar a biblioteca afim de descobrir o que estava causando o congelamento na execução do comando no SO… Após alguns minutos, cheguei finalmente ao método “waitFor()” da classe “Process”… pela definição esse método faz com que a thread corrente espere, caso necessário, até o processo representado pelo objeto Process terminar.
A questão é que o método “Runtime.exec()” (que devolve a instância do processo criado) cria um pipe para a saída padrão e quando um processo filho escreve uma quantidade grande de dados neste pipe, de modo a deixar o buffer cheio, o pipe é bloqueado pelo Windows até que o processo pai leia esse buffer. Logo, caso o processo pai nunca leia a saída padrão do processo filho teremos um deadlock.
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written by paulovittor23
Fev 01
Pegando o Mac Address antes e depois do Mustang (Java 6)
Recentemente tive a necessidade de automatizar o preenchimento de um arquivo de configurações. Nesse arquivo, um dos valores que eram preenchidos era o Mac Address.
Logo me veio na cabeça a necessidade de executar o “ipconfig /all” (win) / “ifconfig” (linux) / “?” (mac)… capturar a saída, tratar o retorno, etc. Sem falar nas dificuldades de se fazer um parser independente do SO, do idioma do SO, ou seja, muitas variáveis que ao qualquer descuido fariam o parser falhar. =/
Bom, uma das novidades do Mustang é que a classe “java.net.NetworkInterface” traz um novo método para pegar o Mac Address de forma transparente. O método se chama “getHardwareAddress”. A seguir vou mostrar um exemplo de como pegar o Mac Address antes e depois do Java 6. Acredito que vá ficar claro a simplicidade e confiabilidade do novo método.
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written by paulovittor23
Jan 27
JDBC-LDAP Bridge Driver
Com a finalidade de facilitar a utilização do serviço de diretórios LDAP a Novell desenvolveu uma ponte JDBC-LDAP. Essa ponte permite a utilização de SQL para fazer consultas ou atualizações em uma árvore de diretórios através de aplicações Java.
O site do projeto é o http://www.openldap.org/jdbcldap/
Eu não encontrei nenhum release do projeto já compilado (se alguém encontrar me avise XD), mas os arquivos fontes podem ser baixados por qualquer cliente CVS. No meu caso utilizei o TortoiseCVS ( http://www.tortoisecvs.org/ ).
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written by paulovittor23
Jan 19
Gerando código com JBoss Seam
Neste artigo vou tentar mostrar um pouco do gerador de aplicações JEE do JBoss Seam, que após algum tempo de estudo e prática pode ajudar bastante os desenvolvedores.
Não é meu intuito aqui explicar o funcionamento do framework em si (escreverei sobre o mesmo mais pra frente), neste artigo abordarei APENAS a ferramenta de geração de código.
A geração de código sempre foi algo muito polêmico entre os desenvolvedores, alguns repudiam por completo essa prática alegando que o código gerado não é muito limpo, etc..
Por outro lado, não há como negar que praticidade em certos momentos é fundamental. Enfim, venho trabalhando com esse framework há aproximadamente 4 meses e já pude mapear alguns momentos em que a utilização do gerador de código pode colaborar ou dificultar o desenvolvimento. Geralmente, nas ditas aplicações comerciais, utilizamos banco de dados que são formados por “tabelas básicas” e “tabelas de movimentação”. Bom, tabelas básicas são aquelas onde geralmente armazenamos dados que serão apenas consultados, como por exemplo “statuspedido”, que armazenará um determinado número de status de pedidos, que serão praticamente imutáveis. Tabelas de movimentação, por sua vez, são aquelas que sofrem muitas atualizações(Create, Update, Delete) e onde geralmente relacionamos um determinado número de tabelas básicas. O ponto onde quero chegar é: o gerador de código do Seam é muito interessante quando estamos falando de tabelas báscias, onde o CRUD gerado é realmente aproveitável. Continue reading »
written by paulovittor23